Arquivo para agosto, 2009

Pense nessa frase

Posted in Frases on 21/08/2009 by Christianne Matsuno

Em 99 vezes, de 100, afirmar que uma coisa não pode ser feita é É A FALTA DE VONTADE DE FAZER.

Elizabeth Goudge

Viagem perdida.

Posted in Pensamentos on 20/08/2009 by Christianne Matsuno

Chego ao curso e ela diz:

– Oi, tudo bem!!! Então, tenho uma coisa pra te contar…

– Sim, claro. – respondo ansiosa

– Então, na verdade o seu curso é o das 19hrs às 20hrs.

– Como assim? Ontem você disse que começava às 20hrs.

– Então, me confundi. O livro 3 começava essa hora.

– =/

Isso é o que chamo de estudar em cinco minutos.

Ainda bem que tenho bom-humor e não fiquei brava, senão… rsrsrs

Preguiça… segunda-feira…

Posted in Pensamentos on 17/08/2009 by Christianne Matsuno

Sabe aquele dia em que estamos com muito sono, sem vontade de fazer nada?

Então, hoje é um dia desses…

Nossa que vontade de deitar na cama sem ter hora pra acordar, ficar naquela preguiça gostosa rolando de um lado para o outro, ligar a tv, assistir alguns desenhos e dormir novamente.

Segunda-feira, literalmente é o dia da preguiça.

Ahhhhhhhh sai desse corpo que não te pertence!! Rsrsrs

LIVRE-SE DAS ALFINETADAS QUANDO A RELAÇÃO ACABA

Posted in Artigos with tags , , , on 05/08/2009 by Christianne Matsuno

boneco_vudu

Encarar o processo de perda com consciência ajuda a seguir em frente.

No auge do relacionamento, sobram as declarações de amor entusiasmadas, surgem os nomes para os possíveis filhos e envelhecer ao lado de outra pessoa é algo impensável, mas, no meio dos caminho, por algum motivo, a relação definha e acaba. E de repente, a vida transforma-se em um verdadeiro palco de batalhas. De um lado, você, e do outro, ele. Agressões verbais e alfinetadas viram uma constante. No meio disso, o respeito, que antes era tão proclamado, fica cada vez mais pisoteado. “Por razões culturais, nos apegamos com muito mais facilidade às situações negativas do que as positivas, por isso as pessoas se prendem à raiva e a troca de insultos”, explica o psicólogo Antônio Carlos Amador Pereira, da PUC (SP), autor do livro “Ou Eu, Ou Ela” (Editora Harbra).

Mas por que as discussões parecem ser a nova rotina após o término? Existe algum prazer nessa prática? Toda separação é dolorosa. Mesmo que o processo seja amigável, é muito difícil aceitar que não é mais amado por alguém. É mais fácil encontrar uma desculpa e uma explicação do que aceitar que, de certa forma, morreu dentro do outro.

A questão principal por trás do conflito é a difícil relação do indivíduo com a perda. Em geral, quem ataca, não consegue aceitar que perdeu, não consegue processar a perda como uma consequência natural da vida. “A pessoa não consegue aceitar que muitas vezes é necessário abrir mão de algo”, diz Amador Pereira.

Também faz parte desse entendimento considerar que a relação pode continuar, porém com outra natureza. “Para um casal que se divorcia, por exemplo, o homem não é mais o marido, mas continua sendo os pais dos filhos. E isso é algo que precisa ficar claro para as próprias crianças, para evitar conflitos. Isso precisa ser respeitado em nome do desenvolvimento saudável dos filhos”, explica o psicólogo.

Hora de sacudir a poeira.

Só que construir a relação sobre novas bases também passa por perdoar e superar os desentendimentos. Depende muito de quanto um magoou o outro, mas é sempre preciso tentar. O perdão é bom para os dois lados. Acho que foi William Shakespeare quem disse que “Guardar rancor é como beber veneno e ficar esperando que o outro morra”. Isso porque, quando você perdoa, você se liberta e redefine o ex-parceiro, ou seja, para de demonizá-lo e segue em frente. Mas não é só isso.

O indivíduo deve se CONSCIENTIZAR que PRECISA e, principalmente, PODE abrir espaço para o NOVO. Esse comportamento de se apegar ao velho – como o cachorro que se apega ao osso -, e de remoer a mágoa faz com que ela pare de viver e que o outro também.

Quando um relacionamento acaba numa briga, fica difícil não questionar o que aconteceu e qual o motivo. Qualquer conversa depois disso pode te trazer respostas, ou mais dúvidas ainda – depende de como você encara os fatos. Vai ver que é a necessidade de concluir algo, o namoro, a conversa. E quando tudo acaba em briga mais uma vez, a gente retoma, quer explicações. Lágrimas não são argumentos.

Prazer em discutir

Outro ponto dos conflitos pós-namoro é o ciclo vicioso e sado masoquista do gosto pela situação conflituosa. “Cria-se então uma relação afetiva ao avesso em que o amor dá lugar para a mágoa”, diz Amador Pereira. Os ex-parceiros se comportam como se estivessem em um jogo psicológico, onde estão tão cegos, que chegam a acreditar que um deles se sagrará vencedor e, ao contrário, ambas as partes perdem, porque ficam estacionadas no mesmo lugar.

Existem muitos casos onde num relacionamento, um fulano não tem certeza do que realmente quer, então quando o outro lado resolve colocar um ponto final, o fulano “surta”. Não aceita o fato de jeito nenhum. Com isso, as conversas sempre acabam em troca de ofensas, e seguem assim por muitos meses depois do término. Vira um vício. A solução é tentar enxergar fora do relacionamento com o olhar de outras pessoas. Perceber que a forma da qual está agindo é loucura e sentir-se envergonhado (a) por isso. Perceber que um está machucando ao outro, e muito.

Quem pode me ajudar?

Não é tempo cronológico que vai definir quando uma pessoa precisa de ajuda profissional, de um terapeuta ou psicólogo, mas sim o quanto ela permanece com os mesmos sentimentos e não avança.

Faz parte de um exercício de sanidade mental entender que as decepções, maiores ou menores, são um efeito colateral da vida, mas também passa por ter uma visão menos egocêntrica e mais humilde da própria existência a de que MUNDO NÃO GIRA SÓ AO NOSSO REDOR. É importante adaptar os desejos à realidade, mas compreender que nem sempre isso será possível. Ficar triste não é uma doença, mas a manutenção da tristeza e de abandono merece ser estudado. É a lamúria e a lamentação que alimentam a decepção.

Você precisa entender e aprender a desatar o nó que faz com que queira carregar o fardo do relacionamento que já acabou. É provável que você tenha coisas a resolver com o ex, e se estiver engasgado, deve desabafar, sim, não precisa reprimir. Mas SIGA ADIANTE, NÃO FIQUE BATENDO NA MESMA TECLA. Fale para se libertar e não para virar uma briga sem fim.

TRIBUTO A UM GATO CHAMADO MINGAU – (13/08/2006 – 31/07/2009)

Posted in Homenagem, Pensamentos with tags , , , , on 03/08/2009 by Christianne Matsuno

Entro no banheiro, eis que tenho uma linda surpresa na banheira… Era você, todo pequenininho, encolhidinho, indefeso e com medo dos gigantes que te olhavam e diziam “Que gracinha!”, todo sensível, cabia na palma da mão. O pequenininho mais fofo que existia no mundo.

Passou o tempo e virou um gatão, lindo, peludo, de dar inveja a qualquer outro gato. Até mesmo quem odiava os felinos, se apaixonava por você. Todos diziam: “Ai, não gosto de gatos, mas o Mingau é muito fofo”.

Uma graça, lindo filhote peludinho, parecia uma pelúcia, dormia o dia inteiro, inofensivo até para uma formiga. Para atravessar um percurso de 2 metros parava 2 vezes para dormir rsrsrrs Pequeno fofo.

Persa e mansinho, não fazia a algazarra que outros faziam, companheiro, me seguia onde quer que eu fosse, dormia juntinho ronronando, fazia carinho, pedia colo, escutava meus problemas, minhas alegrias e ainda dava sua opinião.

Você, Mingau, foi uma lição diária de afeto verdadeiro e fiel. Suas manifestações eram íntimas e profundas.

Ai Mingú, SINTO MUITO A SUA FALTA. Tenha convicção que VOCÊ FOI MUITO AMADO meu filhote, MUITO mesmo, e que nos proporcionou as maiores alegrias possíveis e impossíveis, com o seu olhar fofo, lindo e preguiçoso. Tenho apenas que agradecer àquele que nos fez o favor de entrar em nossas vidas.

Sinto-me privilegiada de ter participado da sua vida, curta, mas intensa, pois tenho certeza que você cumpriu sua missão com todas as propriedades muito bem.

Descanse em paz, AMO-TE para todo o SEMPRE.

Christianne Matsuno.